O que mudou no mercado cripto no 3º trimestre de 2026, o que esperamos daqui para frente, os riscos no radar e o que isso significa para o portfólio.
O Market Pulse analisa os eventos do trimestre passado, avalia as perspectivas de mercado, examina os riscos e mostra como o portfólio pode se beneficiar dessas dinâmicas. No 3º trimestre de 2026, o Nasdaq CME Crypto Index (NCI) subiu 46% em reais, enquanto o Ibovespa avançou 8%. Mais da metade dessa alta veio em uma única semana de agosto.
1. O passado
Mesmo após choques como as vendas de bitcoin da Strategy e o hack da Coldcard, o NCI subiu 46% no trimestre. A virada veio depois que o Tesouro americano anunciou a recompra de títulos longos, em 19 de agosto: o índice subiu 23% em três dias, em um mercado com poucos vendedores e impulsionado pela maior liquidação de posições vendidas já registrada.
2. O futuro
A perda de força do dólar tende a favorecer ativos escassos e stablecoins, num cenário em que governos acumulam bitcoin e mercados emergentes ampliam o uso do dólar digital. Além disso, a fase de baixa atual já se aproxima da duração das fases de baixa anteriores.
3. Riscos
Três fatores merecem atenção: o CLARITY Act passa a depender da próxima legislatura americana, a inteligência artificial disputa capital com cripto e, historicamente, leituras de ganância no mercado foram seguidas por quedas relevantes.
4. Portfólio
Com 9 ativos e 87% do mercado coberto, o Nasdaq CME Crypto Index incorporou mais um ativo à sua cesta no último trimestre. Além disso, nossa simulação indica que tentar acertar o momento de entrada custou retorno ao longo do tempo.
Leia o Market Pulse T3'26 completo
Os três atos do trimestre, a tese sobre a perda de força do dólar, os riscos no radar, a entrada do HYPE no índice e a simulação sobre o custo de esperar o momento certo.

